O que defendemos,
o que recusamos.
Cada princípio vem com seu oposto explícito. Não como retórica — como comprometimento público. Se você nos ver violando qualquer um destes, pode cobrar.
Mobile primeiro, sempre.
84% dos brasileiros acessam a internet pelo celular. Candidatos leem vagas no ônibus, na fila, entre uma reunião e outra. Projetar pra desktop e adaptar pra mobile é projetar pro recrutador — não pra quem vai se candidatar.
JobStory, não bula.
Vagas são lidas como bula de remédio: bloco de texto, fonte Arial 10, lista de requisitos em ordem arbitrária. Isso não representa a empresa. Não chama o candidato certo. Não diferencia nada.
Sem fricção pra candidatura.
Criar conta, fazer login, anexar PDF do currículo, preencher formulário de 14 campos — cada passo é candidato perdido. O processo seletivo começa depois que a pessoa envia o interesse, não antes.
Preço transparente, sempre.
"Fale com vendas" serve a quem vende, não a quem compra. Pequenas agências e hunters autônomos precisam saber o preço antes de investir tempo avaliando. Opacidade de preço é exclusão disfarçada de premium.
Quem não pode pagar, ganha.
ONGs e escolas públicas têm acesso ao plano Pro de graça. Não porque é marketing — mas porque o produto serve a missão social quando chega onde o mercado não vai.
Os dados são do recrutador.
CVs e candidaturas pertencem a quem publicou a vaga. Nós armazenamos para viabilizar o processo — não pra construir base de dados de candidatos, não pra vender insights, não pra qualquer outro fim.
— em síntese
Vaga é apresentação visual,
não captação de currículo.
Candidato é leitor exigente,
não número numa planilha.
O ciclo completo
Pelas mãos de quem
recruta, todos os dias.
Encerramento
Se você concorda com isto, vai gostar da Layerless. Se não concorda, tudo bem — existem boas plataformas para quem ainda acredita que vaga é formulário. Não somos elas. Nunca seremos.


