Você publicou a vaga. Mandou o link no WhatsApp, postou no LinkedIn, colocou no site da empresa. Mas quando um candidato digita "vaga de atendente em Vitória" no Google, a sua não aparece em lugar nenhum.
Não é azar, e quase nunca é falta de tráfego. É que o Google tem uma vitrine própria pra vagas — o Google for Jobs — e ela só mostra vagas que falam a língua dela. A maioria das vagas publicadas no Brasil não fala.
O que é o Google for Jobs.
Quando alguém busca por uma vaga no Google, antes dos resultados normais aparece uma caixa destacada: cargo, empresa, local, faixa salarial, "há 2 dias". É aquele bloco grande, com filtros, que ocupa o topo da tela. Esse é o Google for Jobs.
Ele não é um site separado onde você cadastra a vaga. É o próprio Google lendo páginas de vaga espalhadas pela internet e montando essa vitrine sozinho. A pergunta então não é "como me cadastro", e sim: a página da minha vaga está legível pro Google?
A marcação que quase ninguém tem.
Pra entender que uma página é uma vaga — e não um artigo, um produto ou um post qualquer — o Google precisa de uma camada de informação estruturada por trás da página. No jargão técnico chama-se JobPosting. Na prática, são etiquetas invisíveis que dizem ao Google, campo por campo: isto é uma vaga, o cargo é este, a empresa é esta, o local é este, o prazo é este.
Sem essa marcação, a vaga existe — mas não entra na vitrine onde a busca por emprego acontece.
O que o Google considera obrigatório.
- Título — o cargo, claro e real, sem encher de palavra-chave.
- Descrição — o conteúdo completo da vaga.
- Data de publicação — quando a vaga entrou no ar.
- Empresa — quem está contratando.
- Local — onde é o trabalho, ou a marcação explícita de que é remoto.
E o que é fortemente recomendado.
Faz diferença real na visibilidade e nos cliques:
- Prazo de validade — vaga sem data de expiração tende a ser removida quando "envelhece".
- Faixa salarial — além de destacar a vaga, salário visível atrai consideravelmente mais cliques de candidato.
- Tipo de contrato — CLT, PJ, estágio, temporário.
Por que a maioria das vagas fica de fora.
Pense em onde as vagas costumam viver: um PDF anexado, um post de texto no LinkedIn, um formulário, uma imagem no Instagram, ou uma página de portal que você não controla. Nenhum desses formatos carrega a marcação que o Google precisa. O resultado é o mesmo: a vaga existe, mas não entra na vitrine.
E mesmo quando a página tem a marcação, ainda pesa o básico de SEO: a página precisa carregar rápido, funcionar bem no celular (onde a maioria dos candidatos procura), ter conteúdo próprio e um link estável pra compartilhar. Vaga lenta, quebrada no mobile ou escondida atrás de login some do radar.
Onde o Layerless entra.
Toda JobStory publicada no Layerless já nasce com a marcação JobPosting correta — título, descrição, empresa, local, prazo e salário entram nos campos certos automaticamente, sem você precisar entender nada de código. A página é rápida, feita pra celular e tem um link único pronto pra compartilhar.
A diferença prática: em vez de torcer pra que o candidato encontre sua vaga, você publica sabendo que ela está montada do jeito que o Google espera — e que vai aparecer onde a busca acontece.
Cole o link de uma vaga e veja como fica uma JobStory:


